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BERINJELA

A berinjela paulista alcança hoje o seu padrão de qualidade. A adoção das normas de classificação estabelecidas pela Câmara Setorial de Hortaliças, Cebola e Alho trarão transparência e confiabilidade à sua comercialização. A classificação, o uso de embalagens adequadas e de rótulos com perfeita identificação do produto, conferem competitividade à berinjela paulista, beneficiando toda a cadeia de produção.

No Estado de São Paulo, a berinjela ocupa 1037 hectares, produz 47549 toneladas egera 1023 empregos. A produção é altamente pulverizada, 35,5% dos municípios produtores não atingem 1% da produção estadual, está distribuída por diferentes regiões como Presidente Prudente, Campinas, Sorocaba, Ribeirão Preto, Mogi das Cruzes e Ourinhos. Os principais municípios produtores são Campinas (6,4%), Aguaí e São José do Rio Pardo (5,5%), Monte Alto (5,4%), Elias Fausto, Itapecerica da Serra (4,9%) e Alvares Machado (4,1%).

A CEAGESP recebe anualmente 20537 toneladas de berinjela, sendo a maior parte destinada à Região Metropolitana de São Paulo que tem consumo per capita estimado em 0, 7 kg. Na composição nutricional da berinjela destacam-se as Vitaminas B1 e B2 e os minerais Cálcio, Fósforo, Ferro e Potássio. A medicina popular recomenda esta hortaliça para as enfermidades do aparelho digestivo, dos rins e bexiga, nas afecções cutâneas e como redutora de colesterol.

A berinjela mais comum é a de cor roxa com formato oblongo, havendo ainda colorações branca, creme e rajadas e formatos redondo e comprido.

A berinjela apresenta boa qualidade quando consumida imatura, com pedúnculo túrgido e verde, fruto escuro, brilhante e macio e sementes claras.