Os problemas e desafios, enfrentados por um produtor de manga ou de pêssego ou de morango, são, na sua grande maioria, também enfrentados por todos os outros produtores daquele produto.

É impossível para o produtor individual criar sua própria tecnologia de produção, obter informações mercadológicas confiáveis e atualizadas, expandir o mercado para o seu produto e kevar a efeito ações de marketing em seu sentido amplo, que compreende toda a cadeia de preparo de um produto até alcançar seu mercado: classificação, embalagem, transporte, exposição no ponto de venda e propaganda.   

Essas questões são, no Brasil, sempre tratadas pelo governo de forma centralizada e burocrática, reduzindo a autonomia dos diversos atores da cadeia de produção, através de um número crescente de normas elaboradas por quem pouco compreende os problemas existentes e em pouco ou nada pode contribuir para as soluções, O governo cria espaços de poder para si próprio, num estado quebrado e ineficiente.

 Organizações que permitem a governança das cadeias agrícolas, existem há décadas nos Estados Unidos, na Nova Zelândia, no Canadá e na Austrália e têm tido uma enorme influência nos destinos e no sucesso dos agronegócios destes países.

A existência no Brasil de estruturas semelhantes é a solução para os nossos problemas de governança e auto-regulamentação setorial e uma imperiosa necessidade para a nossa atuação competitiva no mercado mundial globalizado. 

Aqui estão algumas das apresentações feitas em eventos de produtores rurais e em reuniões de câmaras setoriais:

- Simpósio Internacional de Fruticultura Temperada em Região Subtropical em Avaré SP

- Câmara Setorial Federal de Frutas em Linhares ES

- Cãmara Setorial Federal de Hortaliças em Brasília DF

- Câmara Setorial de Amendoim do Estado de São Paulo em Jaboitcabal SP

 - Associação de Produtroes de Oliva em Campinas SP